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As tarifas da Neoenergia Elektro ficam mais caras a partir de 27 de agosto de 2026.
Para consumidores residenciais da classe B1, o reajuste aprovado é de 12,24%.
A distribuidora atende aproximadamente 3 milhões de unidades consumidoras em São Paulo e Mato Grosso do Sul.
A mudança foi aprovada pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e entra em vigor nesta quinta-feira.
O impacto, porém, não é idêntico para todos os clientes, porque o índice varia conforme a classe e o nível de tensão do consumidor.
O maior número destacado para o consumidor doméstico é o de 12,24%, aplicado à classe residencial B1.
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Na média da baixa tensão, que também engloba outros grupos atendidos em baixa tensão, o reajuste ficou em 12,19%.
Isso significa que o percentual de 12,24% não deve ser tratado como um aumento único para todas as contas atendidas pela empresa.
A categoria tarifária de cada unidade influencia o reajuste aplicado.
A Neoenergia Elektro atende 228 municípios.
Desse total, 223 ficam no estado de São Paulo e cinco estão em Mato Grosso do Sul.
A área atendida reúne cerca de 3 milhões de unidades consumidoras.
Na baixa tensão estão, além dos clientes residenciais, consumidores rurais, pequenos comércios, serviços, parte do poder público e iluminação pública.
Já a alta tensão reúne grandes consumidores em diferentes faixas de tensão.
Segundo a ANEEL, o reajuste foi influenciado pelos custos de aquisição de energia, transmissão e distribuição.
Além disso, os componentes financeiros considerados no processo tarifário anual também influenciaram o reajuste.
O reajuste tarifário é uma revisão periódica das receitas e dos custos reconhecidos da distribuidora.
Ele é diferente da bandeira tarifária, que pode adicionar uma cobrança específica à conta dependendo das condições de geração de energia no país.
As novas tarifas passam a valer em 27 de agosto.
Por isso, as próximas faturas dos consumidores podem começar a refletir os novos valores conforme o ciclo de leitura e faturamento de cada unidade.
O valor final da conta ainda depende do consumo registrado, da classe tarifária e de outros itens cobrados na fatura.
Assim, mesmo entre consumidores residenciais, a diferença em reais varia conforme o consumo mensal de cada imóvel.
Para acompanhar a mudança, o consumidor pode comparar o consumo em kWh das próximas faturas com o histórico anterior.
Essa conferência ajuda a separar o efeito do novo preço da energia de uma eventual alta no próprio consumo da residência.
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