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Os aposentados, pensionistas e demais beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social já podem conferir quando receberão o pagamento referente a setembro de 2026. Os depósitos começam em 24 de setembro e seguem até 7 de outubro, conforme o calendário oficial do INSS.
A data exata não é igual para todos. O cronograma considera dois critérios: o valor mensal do benefício e o número final do cartão, sem contar o dígito verificador que aparece depois do traço.
Quem recebe até um salário mínimo começa a ter o dinheiro liberado primeiro. Já os beneficiários com renda mensal acima do piso previdenciário recebem a partir de 1º de outubro.
Entender essa divisão é importante para evitar idas desnecessárias ao banco e também para identificar rapidamente um eventual atraso. A seguir, veja todas as datas, como consultar o pagamento e o que fazer se o valor não cair na conta.
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A folha de setembro de 2026 começa a ser paga em 24 de setembro. Nessa data, recebem os segurados com benefício de até um salário mínimo e cartão terminado em 1.
Os pagamentos desse primeiro grupo avançam gradualmente até 7 de outubro. Para quem recebe acima do salário mínimo, os depósitos ficam concentrados entre 1º e 7 de outubro.
O calendário alcança aposentadorias, pensões por morte, auxílios previdenciários e outros benefícios administrados pelo INSS. O Benefício de Prestação Continuada, conhecido como BPC, também segue as mesmas datas, embora seja um benefício assistencial.
Em 2026, o salário mínimo nacional está fixado em R$ 1.621. Quem possui renda mensal do INSS de até esse valor deve consultar a primeira tabela.
Os pagamentos são realizados em dez datas, seguindo separadamente cada número final do benefício.
| Final do benefício | Data do pagamento |
|---|---|
| 1 | 24 de setembro |
| 2 | 25 de setembro |
| 3 | 28 de setembro |
| 4 | 29 de setembro |
| 5 | 30 de setembro |
| 6 | 1º de outubro |
| 7 | 2 de outubro |
| 8 | 5 de outubro |
| 9 | 6 de outubro |
| 0 | 7 de outubro |
Nesse grupo, cada final possui uma data própria. Um aposentado que recebe R$ 1.621 e tem benefício terminado em 4, por exemplo, terá o pagamento liberado em 29 de setembro.
Já uma pensionista que recebe R$ 1.400 e possui benefício com final 8 terá o depósito feito em 5 de outubro. Embora a competência seja setembro, parte dos pagamentos entra na conta no mês seguinte.
Os beneficiários que recebem mais de R$ 1.621 seguem outra tabela. Nesse grupo, dois finais são pagos por dia, e os depósitos começam em 1º de outubro.
| Finais do benefício | Data do pagamento |
|---|---|
| 1 e 6 | 1º de outubro |
| 2 e 7 | 2 de outubro |
| 3 e 8 | 5 de outubro |
| 4 e 9 | 6 de outubro |
| 5 e 0 | 7 de outubro |
Uma pessoa que recebe R$ 2.300 e possui benefício com final 7, por exemplo, terá o dinheiro liberado em 2 de outubro.
Quem recebe R$ 4 mil e tem o benefício terminado em 0 deverá aguardar até 7 de outubro. O teto do INSS em 2026 é de R$ 8.475,55, mas a data não muda conforme o valor dentro dessa faixa.
Isso significa que uma pessoa que recebe R$ 2 mil e outra que recebe o teto previdenciário terão a mesma data se o número final do benefício for igual.
O número utilizado no calendário é o último algarismo que aparece antes do traço no Número do Benefício, também chamado de NB.
O dígito localizado depois do traço é apenas um verificador e deve ser desconsiderado na consulta.
Se o cartão apresentar o número 123.456.789-0, por exemplo, o final usado para localizar a data é o 9. O número 0, situado depois do traço, não entra no calendário.
O beneficiário pode encontrar o NB em diferentes documentos e canais:
Ao entrar no Meu INSS, basta procurar pelo serviço “Extrato de pagamento”. Além do número do benefício, o documento mostra o valor, a competência da folha, a data prevista e o banco responsável pelo crédito.
O INSS administra mensalmente uma das maiores folhas de pagamentos do país. Para distribuir os depósitos de maneira organizada, o órgão separa os beneficiários por faixa de renda e final do cartão.
Quem recebe até o piso nacional é atendido primeiro e em dez grupos. Os segurados que ganham acima do salário mínimo são organizados em cinco grupos, com dois finais por data.
Esse escalonamento reduz a concentração de pagamentos em um único dia. Também facilita o processamento das operações pelos bancos responsáveis pelos depósitos.
A divisão não altera o valor devido. Ela define apenas o dia em que o dinheiro estará disponível.
O calendário contempla os benefícios incluídos na folha mensal do INSS. Entre os principais estão:
Para entrar nessa folha, o benefício precisa estar ativo e ter sido processado dentro do prazo administrativo. Concessões muito recentes podem aparecer em uma folha posterior ou em pagamento complementar.
A data também pode ser diferente em casos de decisão judicial, acerto de valores atrasados ou reativação de benefício suspenso. Nessas situações, o extrato individual é a referência mais segura.
Sim. As pessoas que recebem o BPC acompanham o mesmo calendário usado para benefícios de até um salário mínimo.
O BPC garante o pagamento mensal de um salário mínimo à pessoa idosa com 65 anos ou mais e à pessoa com deficiência que atendam aos critérios de renda e às demais exigências legais.
Apesar de ser operacionalizado pelo INSS, o BPC não é uma aposentadoria. Ele é um benefício assistencial previsto na Lei Orgânica da Assistência Social, a Loas.
Essa diferença produz efeitos práticos. O beneficiário do BPC não recebe 13º salário e o pagamento não gera pensão por morte para os dependentes.
Em setembro, portanto, o titular do BPC deve procurar na tabela a data correspondente ao final de seu benefício. Como o valor é de um salário mínimo, ele sempre utiliza o primeiro calendário.
A folha regular de setembro não inclui uma parcela geral do 13º salário do INSS.
Em 2026, o abono anual da maioria dos aposentados e pensionistas foi antecipado para abril e maio. Por isso, quem recebeu as duas parcelas na antecipação não terá um novo pagamento do 13º em setembro.
Beneficiários que passaram a receber aposentadoria, pensão ou auxílio depois do processamento da antecipação podem ter direito ao abono proporcional em outra etapa definida pelo INSS. A confirmação deve ser feita pelo extrato individual.
O BPC não dá direito ao 13º salário. O mesmo ocorre com a Renda Mensal Vitalícia, benefício antigo mantido apenas para quem já possuía o direito.
A consulta mais completa pode ser realizada pelo Meu INSS, disponível no site e no aplicativo. O acesso é feito com CPF e senha da conta gov.br.
Depois de entrar na plataforma, o usuário deve buscar por “Extrato de pagamento”. O documento costuma informar:
O valor bruto é o total do benefício antes dos descontos. O valor líquido representa quanto será efetivamente depositado.
Um aposentado pode ter benefício bruto de R$ 2.500, por exemplo, mas receber quantia menor por causa de empréstimo consignado, mensalidade associativa autorizada ou imposto de renda. Por isso, consultar apenas o valor original do benefício pode causar dúvidas.
Quem não utiliza internet pode ligar para a Central 135. O atendimento humano funciona de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, no horário de Brasília.
Na maioria dos casos, sim. O depósito é feito na conta indicada para o recebimento ou por meio de cartão magnético de benefício.
Quem recebe em conta-corrente ou poupança geralmente pode movimentar o dinheiro pelos canais oferecidos pelo banco, como aplicativo, caixa eletrônico ou Pix, conforme as condições da instituição.
O cartão magnético do INSS é destinado ao saque do benefício e não funciona necessariamente como um cartão bancário comum. As possibilidades de movimentação dependem do tipo de conta vinculada ao pagamento.
Beneficiários recém-contemplados devem consultar a Carta de Concessão. O documento informa qual banco foi escolhido, o endereço da agência e os procedimentos para o primeiro recebimento.
A primeira providência é conferir se a data consultada corresponde à faixa de renda e ao final correto do benefício. É comum confundir o último número antes do traço com o dígito verificador.
Também é importante verificar o extrato no Meu INSS. O documento pode mostrar que o pagamento foi enviado para outra instituição, está bloqueado ou não entrou naquela folha.
Se o crédito não aparecer, o beneficiário deve seguir alguns passos:
O pedido pode ser localizado no Meu INSS pela expressão “Solicitar pagamento de benefício não recebido”. Também é possível buscar orientação pela Central 135.
Não é recomendável pagar intermediários apenas para consultar ou solicitar a emissão do pagamento. Os serviços oficiais do INSS são gratuitos.
A ausência de pagamento nem sempre representa um erro bancário. O crédito pode ser interrompido por diferentes motivos administrativos.
Entre as situações possíveis estão:
O extrato e o andamento dos pedidos no Meu INSS ajudam a identificar a causa. Quando houver uma exigência, o sistema informa quais documentos precisam ser apresentados e o prazo para resposta.
O segurado deve desconfiar de mensagens que prometem desbloqueio mediante pagamento. O INSS não cobra para liberar benefício, atualizar cadastro ou prestar atendimento pela Central 135.
Não. A data do calendário indica quando o valor fica disponível, mas o beneficiário não precisa comparecer ao banco exatamente naquele dia.
Quem recebe em conta pode utilizar o dinheiro posteriormente. No entanto, deixar de movimentar o benefício por um período prolongado pode provocar a devolução do crédito ao INSS como medida de segurança.
Esse mecanismo existe para evitar pagamentos indevidos em casos como falecimento não informado ou abandono da conta. Se o valor for devolvido, o beneficiário deverá solicitar uma nova emissão.
Para evitar transtornos, é recomendável acompanhar o extrato mensalmente, mesmo quando não houver intenção de retirar todo o dinheiro imediatamente.
O calendário nacional do INSS considera os dias úteis bancários. Contudo, um feriado estadual ou municipal pode afetar o atendimento presencial de determinada agência.
Nessa situação, o funcionamento deve ser confirmado diretamente com o banco. Quem recebe em conta e utiliza canais digitais pode encontrar o crédito normalmente, dependendo do processamento realizado pela instituição.
O beneficiário não deve antecipar o pagamento com base apenas em mensagens compartilhadas nas redes sociais. A data oficial deve ser conferida no calendário anual ou no extrato do Meu INSS.
Períodos de pagamento costumam ser aproveitados por criminosos para enviar mensagens falsas. Os golpistas podem alegar que existe um valor bloqueado, uma prova de vida pendente ou uma taxa obrigatória para liberar o depósito.
O INSS não pede senha bancária por telefone, mensagem ou e-mail. Também não solicita transferências via Pix para liberar aposentadoria, pensão ou BPC.
Para reduzir os riscos:
Familiares podem ajudar idosos a realizar consultas, mas não devem guardar senhas sem autorização. Quando o beneficiário não consegue administrar seus interesses, existem procedimentos formais para cadastro de procurador ou representante legal.
Quem depende do pagamento de setembro deve identificar o último número antes do traço e verificar em qual faixa de renda está. Com essas duas informações, é possível localizar a data correta nas tabelas.
Também vale consultar o extrato alguns dias antes do depósito. Essa verificação mostra o valor líquido e permite identificar descontos, bloqueios ou mudança de banco antes da data prevista.
O calendário começa em 24 de setembro para quem recebe até um salário mínimo e termina em 7 de outubro. Para os benefícios acima do piso nacional, os créditos serão realizados entre 1º e 7 de outubro.

Os pagamentos começam em 24 de setembro para beneficiários que recebem até um salário mínimo e possuem cartão com final 1.
Recebem nessa data os beneficiários com renda mensal de até um salário mínimo e número do benefício terminado em 1.
Os pagamentos para quem recebe acima de R$ 1.621 começam em 1º de outubro e terminam em 7 de outubro, conforme o final do benefício.
Deve-se utilizar o último número que aparece antes do traço no Número do Benefício. O dígito localizado depois do traço não entra no calendário.
Sim. O BPC segue o calendário dos benefícios de até um salário mínimo, com depósitos entre 24 de setembro e 7 de outubro.
Não haverá uma parcela geral do 13º na folha de setembro. A maioria dos segurados recebeu o abono antecipadamente em abril e maio de 2026. O BPC não dá direito ao 13º.
O beneficiário pode entrar no Meu INSS com CPF e senha da conta gov.br e selecionar “Extrato de pagamento”. Outra opção é ligar para a Central 135.
Primeiro, confira a data, o extrato e o banco pagador. Se o crédito não tiver sido emitido, procure no Meu INSS pelo serviço “Solicitar pagamento de benefício não recebido” ou ligue para o número 135.
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